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16 itens encontrados para ""

  • Savixx adquire o selo GPTW e reafirma seu compromisso com ESG

    Entregar um bom produto ou serviço só é possível quando se tem nos bastidores uma equipe comprometida e alinhada com os objetivos da empresa. Essa é a fórmula do sucesso da Savixx, agora comprovada pelo Great Place To Work - uma consultoria global que auxilia e certifica empresas ao redor do mundo a obterem mais resultados por meio de uma cultura sólida, baseada em confiança, alto desempenho e inovação. O GPTW é um certificado almejado por muitas empresas tanto no Brasil como no mundo. Aqui, a B3 - Bolsa de Valores Brasileira - chegou a firmar uma parceria com a instituição para lançar um índice das melhores empresas para se trabalhar. Totalmente relacionado aos princípios de ESG. Metodologia GPTW Diversidade, liderança, employer branding, cultura, transformação digital e employer experience: esses são os pilares da GPTW para avaliar as empresas e credenciá-las com um selo após uma série de diagnósticos e imersão no dia a dia da empresa analisada. Para isso, é feita uma pesquisa de clima que necessita de um quórum mínimo de acordo com o tamanho da empresa. O questionário possui mais de 60 questões afirmativas e duas dissertativas para que o colaborador tenha liberdade de avaliar os pontos que gosta ou não na empresa. O certificado possui duração de 12 meses e depois pode ser renovado, sendo feito esse processo novamente para avaliar se o ambiente corporativo segue como um bom lugar para se trabalhar. O compromisso da Savixx com ESG Environmental, Social and Governance. Essas três palavras tão pequenas são essenciais para guiar as estratégias das empresas nos dias de hoje. E a Savixx é um exemplo disso na prática. A Savixx foi a primeira trading company brasileira a adquirir o selo eureciclo e também recebeu outra certificação de Carbon Neutral, um selo internacional da Global Standard dado para empresas que alcançaram a neutralidade do carbono em suas atividades administrativas. Com a aquisição do selo GPTW, a Savixx agora se mostra mais alinhada do que nunca com o pilar de governance, que diz respeito às práticas da empresa estarem em compliance e também de ser um local de trabalho agradável, que engaje, traga bem-estar e desenvolvimento de pessoas.

  • Brasil lutará por menos protecionismo e mais transparência no comércio no G20, diz coordenadora

    fonte: O Dia Brasília - O Brasil, que este ano preside o grupo das 20 maiores economias do globo (G20), lutará para que o comércio internacional seja mais transparente, inclusivo e com um menor grau de protecionismo, incluindo ações ligadas à sustentabilidade ambiental. A meta foi explicada pela secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, que é uma das coordenadoras do grupo de trabalho (GT) "Comércio e Investimentos" do G20. "O G20 oferece uma oportunidade única para influenciar o debate global sobre desenvolvimento e sustentabilidade. Há um risco de fragmentação, transparência e isso tem implicações para o desenvolvimento do comércio global, então são precisos parâmetros mínimos", disse. "Ninguém discute a legitimidade de políticas públicas orientadas para a sustentabilidade, como o Brasil, mas há espaço para melhorar a governança global", continuou. Segundo a secretária, não se trata de uma conversa fácil, pois o tema é altamente complexo. Ela explicou que, nesta primeira rodada de reuniões [na segunda-feira, 29, e nesta terça, 30] do grupo de trabalho o Brasil sugeriu a adoção de parâmetros para todos os membros do grupo. "A ideia é que possa haver um entendimento no âmbito de princípios de interação de políticas de comércio afetadas por outros objetivos. Poderia se pensar: países do G20 poderiam se comprometer a fazer medidas transparentes, não tão restritivas, baseadas em ciência, não discriminar e evitar protecionismo disfarçado", elencou. Tatiana Prazeres comentou que a intenção é orientar o debate internacional a partir de parâmetros que possam ser acordados para garantir que comércio e desenvolvimento sustentável se reforcem, se complementem. "Este é o esforço: fazer com que não haja impacto negativo para o comércio." Após a primeira rodada de reuniões que, desta vez, ocorreu de forma virtual, estão previstos mais três encontros presenciais ao longo do ano. A reunião ministerial da área está marcada para outubro.

  • Crescimento de 9,8% nas exportações no Boletim do Comércio Exterior do Agronegócio de Outubro

    Em outubro de 2023, as exportações brasileiras totais apresentaram crescimento de 9,8% em relação ao mesmo mês de 2022. Apesar da redução nas exportações de produtos do agronegócio (-2,3%), contribuem para o resultado positivo o aumento nas exportações dos demais setores (22,3%). No mês, ocorreu superávit da balança comercial do agronegócio de US$ 12,0 bilhões, enquanto nos demais produtos foi registrado déficit de US$ 3,0 bilhões. Com isso, o saldo da balança comercial total do Brasil foi superavitário em US$ 9,0 bilhões. Confira o relatório completo aqui.

  • População ocupada no agro foi de 28,3 mi de pessoas no 2º tri de 2023, diz boletim

    Brasília (15/09/2023) – A segunda edição do boletim “Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro” mostra que, no segundo trimestre deste ano, a população ocupada no agro brasileiro somou 28,3 milhões de pessoas, novo recorde da série histórica iniciada em 2012. O boletim é feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para analisar a população ocupada no setor a cada trimestre e a evolução do “estoque de empregos”, comparando com a série histórica já feita pelo Cepea desde 2012. A edição de setembro aponta que, de abril a junho, a participação do setor no total de ocupações do Brasil foi de 26,9%. Em relação ao mesmo período de 2022, a população ocupada no agronegócio aumentou 0,8% (220,64 mil pessoas), resultado decorrente sobretudo do maior contingente ocupado nos agrosserviços e o emprego no segmento de insumos. “Nos dois casos, o avanço deve refletir o excelente desempenho da produção agrícola dentro da porteira, que estimula os segmentos a montante e a jusante no agronegócio”, destaca o boletim. Em relação ao perfil na mão de obra, na comparação entre trimestres iguais, foi observada que, assim como no 1º trimestre, o aumento da população ocupada do agro foi puxado por empregados – sobretudo com carteira assinada – e trabalhadores com maior nível de instrução. De acordo com a publicação da CNA e do Cepea, no segundo trimestre de 2023, frente ao mesmo trimestre do ano anterior, os rendimentos mensais dos empregados assalariados no agro brasileiro cresceram 4,1%, pouco acima do observado na média do País (+3,9%). Entre os segmentos, o primário se destacou, tanto agrícola quanto pecuário. Para esses dois segmentos, também houve melhora nos rendimentos entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. O boletim – A publicação aborda, trimestralmente, aspectos da conjuntura e da estrutura do mercado de trabalho do agronegócio brasileiro. Neste contexto, são analisados os quatro segmentos da cadeia produtiva do setor: insumos para a agropecuária, produção agropecuária primária (dentro da porteira), agroindústria (processamento) e agrosserviços. Clique aqui para conferir o boletim completo.

  • Savixx lança relatório de ESG com dados de gestão que evidenciam sua transparência

    Preocupadas em atender as necessidades de clientes cada vez mais exigentes, as empresas estão buscando através de ações de ESG cativar e ainda aperfeiçoar seus processos. Para demonstrar seu comprometimento, a Savixx, trading company referência no mercado brasileiro, está lançando seu manual de ESG, um documento completo mostrando as principais ações tomadas pela empresa ao longo de 2022 e 2023. Governança Em seu processo de Governança, a Savixx garante que todos os procedimentos de importação e exportação sejam conduzidos de maneira ética, transparente e em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis. Isso se dá com o trabalho focado na ética da empresa que é passada para seus colaboradores. Além disso, há também todo um trabalho para evitar corrupção, vazamento de dados e ainda fornecer um ambiente de trabalho sustentável - isso se reflete na taxa de turnover que ficou em 3% em 2022. Sustentabilidade A Savixx procura preservar os recursos naturais através de ações sustentáveis que promovem a diminuição do consumo de energia e água, além de minimizar o uso de resíduos e a implementação de práticas de reciclagem e descarte adequado. No documento, é possível conferir as certificações que a empresa adquiriu e que são provas de sua sustentabilidade: Selo Eureciclo (2022-2023), Moss – Carbon Neutral (Carbono Zero) (2022) e Certificação Financeira Dun & Bradstreet (2013). Inovação A Savixx buscou modernizar sua operação e adotou novas tecnologias que permitem a redução de custos. A trading implementou uma área de Business Intelligence, responsável por garantir a integridade e segurança das informações internas e dos clientes. Além disso, toda infraestrutura é gerenciada por uma equipe seleta, para evitar a perda de dados ou vazamento de informações sensíveis. Quer saber mais? Faça o Download do nosso relatório completo aqui.

  • Savixx adquire selo Carbon Neutral e se torna pioneira em mais uma certificação ambiental

    A Savixx foi a primeira trading company brasileira a adquirir o selo eureciclo e reafirma seu compromisso com o meio ambiente com a certificação Carbon Neutral, um selo internacional da Global Standart dado a empresas que alcançaram a neutralidade do carbono em suas atividades administrativas. Empresas que se comprometem com a neutralização do carbono são aquelas que calculam e monitoram a emissão de CO2 de suas operações para tentar reduzir ao máximo ou ainda fazer a compensação por outros meios, como a compra de créditos de carbono, por exemplo. Essa é mais uma prova do comprometimento da Savixx com o meio ambiente, que está em constante trabalho para reafirmar seus valores e buscar alternativas mais ecológicas para as suas operações. O que é a certificação Carbon Neutral? Com apoio de grandes players mundiais como Microsoft, Sky e VM Ware, o Carbon Neutral Certificate é dado para empresas responsáveis que adotam ações para fazer a compensação de carbono na natureza. O Protocolo Carbon Neutral foi criado e é administrado pelo órgão internacional Climate Impact Partners, que, desde 2002, traz uma extensa documentação com diretrizes que auxiliam as empresas em suas ações sustentáveis. A Savixx adquiriu o selo por ter garantido o equivalente a 289 árvores mantidas em pé, através do incentivo remunerado a projetos ambientais: Agrocortex, Fortaleza Ituxi, Floresta Santa Maria e Madre de Dios Amazon. Conheça mais sobre esta e outras iniciativas acompanhando a Savixx nas redes sociais.

  • JULHO: Boletim do Comércio Exterior do Agronegócio

    fonte: CNA Em julho de 2023, as exportações brasileiras totais apresentaram redução de 3,1% em relação ao mesmo mês de 2022. Contribuem para o resultado negativo a contração nas exportações de produtos do agronegócio (-0,1%), e dos demais setores (-5,8%). Apesar disso, no mês, o superávit da balança comercial do agronegócio foi de US$ 12,9 bilhões, enquanto o déficit dos demais produtos foi de US$ 4,0 bilhões. Com isso, o saldo da balança comercial total do Brasil foi superavitário em US$ 8,9 bilhões. Confira o relatório completo aqui.

  • Savixx se torna a primeira trading company a adquirir o Selo eureciclo no Brasil

    Em um mundo cada vez mais populoso, em que o consumo é o ponto focal da vivência humana, falar sobre práticas de compensação ambiental é de extrema importância. O selo eureciclo surge para garantir que empresas brasileiras sigam a legislação ambiental vigente e que os seus clientes saibam o que elas estão fazendo pelo meio ambiente. No segmento de trading companies, a Savixx foi pioneira a conquistar esse mérito e recebeu o selo por suas ações sustentáveis de reciclagem de embalagens. A empresa investe para que, no mínimo, 22% de todo material utilizado seja restaurado – valor estipulado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil. Trading companies são empresas que atuam no comércio internacional, garantindo que o processo de importação e exportação seja feito da maneira mais ágil e menos burocrática. Por se tratar de um segmento que trabalha diretamente com logística, muitas embalagens são envolvidas durante todo o processo, por isso, a Savixx trabalha de forma a conseguir que elas sejam melhor aproveitadas e que o processo seja o menos prejudicial possível à natureza. O que é o selo eureciclo? A eureciclo é uma referência de ESG voltada para a liberação de créditos de reciclagem e logística reversa, buscando certificar que as empresas utilizem embalagens sustentáveis. O selo eureciclo é o reconhecimento via certificação de que uma empresa está dentro do esperado e cumprindo com suas obrigações em relação a logística reversa. A eureciclo também faz a ponte entre as marcas de bens de consumo com os recicladores. Inovação e sustentabilidade Para se tornar a primeira trading company brasileira a adquirir o selo eureciclo, a Savixx uniu forças com a instituição para gerar impactos positivos para os trabalhadores do setor, por meio da reciclagem de materiais e conscientização tanto de seus clientes como dos profissionais envolvidos. Essa não é a única certificação que a empresa possui. Eles também receberam um selo de Carbono Zero, que assegura o compromisso de neutralizar a emissão de gases responsáveis pelo aquecimento global. “Sabemos que há muito trabalho pela frente, mas estamos comprometidos em pensar no mundo e no futuro que queremos preservar”, afirma Guilherme Picard, CEO da empresa.

  • Boletim do Comércio Exterior do Agronegócio

    fonte: cna Em junho de 2023, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 15,3 bilhões. Entre os principais produtos, açúcar de cana em bruto apresentou a maior taxa de crescimento (+46,1%), em comparação com junho de 2022. Entre os principais destinos, destaca-se a elevação das vendas para a Argentina (+237,0%) e para a Indonésia (+83,7%), em relação ao mesmo período do ano passado. Baixe aqui o boletim completo.

  • Tudo o que você precisa saber sobre erros tributários: Como evitar problemas fiscais e financeiros

    O comércio exterior se tornou uma atratividade para empresários brasileiros que desejam importar matérias-primas ou, até mesmo, vender suas mercadorias fora do país. Apesar da oportunidade, há também alguns desafios. O sistema tributário brasileiro possui várias regras para quem deseja atuar no comércio internacional. São várias documentações que precisam ser emitidas para que o produto não fique preso na alfândega. A classificação fiscal é um dos momentos mais importantes da operação, já que é quando a carga passa por uma avaliação rigorosa da Receita Federal que pode impactar em taxas e até multa caso sejam encontrados erros tributários . Informações incompletas, preenchimento incorreto dos documentos e omissões costumam ser os maiores problemas identificados como erros tributários que fazem com que o importador sofra penalizações. Documentos necessários para importação de produtos Uma das grandes dificuldades que leva ao erro tributário é omitir um documento de importação. Pensando nisso, reunimos aqui, de maneira geral, quais são esses papéis para você montar um checklist: Certificado de Origem (CO); Romaneio de carga; Fatura Proforma ou Proforma Invoice; Commercial Invoice; Conhecimento de embarque; Licença para importar (LI); Vale lembrar que, a depender do setor em que a sua empresa atua, podem ter documentos adicionais. Erros tributários mais comuns ao importar produtos Categorização genérica: Um dos erros mais comuns é classificar o produto de maneira errada e genérica sem considerar o NCM. Nesses casos, a empresa importadora pode acabar pagando multas. Não recolhimento de impostos : O cálculo errado dos tributos a serem pagos (II, IPI, PIS COFINS, ICMS, etc.) podem fazer com que a Receita entenda o ato como sonegação - nesses casos, a penalidade é severa e gera perdas financeiras consideráveis. Valoração da mercadoria: Uma prática ilegal nas importações é o subfaturamento que acontece quando o importador registra a DI tendo por base uma fatura comercial que não reflete o preço real pago, com o objetivo de recolher menos impostos na nacionalização da mercadoria. Como evitar problemas fiscais para fazer comércio exterior? A tributação incorreta pode trazer sérios problemas para as empresas, mas existem maneiras de evitá-la. É importante estar atualizado sobre a legislação fiscal e tributária, contar com profissionais especializados em contabilidade e tributação, e investir em tecnologias de gestão financeira para garantir a tributação correta e evitar problemas fiscais e financeiros. Ao tomar essas medidas, as empresas podem se concentrar em seu crescimento e sucesso a longo prazo. Para quem deseja tornar o processo mais ágil, confiável e fluido, uma trading company é a melhor alternativa. A Savixx é uma das maiores e mais tradicionais empresas de comércio internacional do Brasil, e pode ajudar negócios de diferentes segmentos e portes a importar e exportar produtos com máxima confiabilidade e segurança. Entre em contato agora mesmo e solicite um orçamento para saber mais!

  • Boletim do Comércio Exterior do Agronegócio

    fonte: CNA Brasil Em maio de 2023, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 16,6 bilhões. Entre os principais produtos, a soja em grãos apresentou a maior taxa de crescimento (+14,6%), em comparação com abril de 2022. Entre os principais destinos, destaca-se a elevação das vendas para a Argentina (+175,6%) e para a Coreia do Sul (+74,1%), em relação ao mesmo período do ano passado. Faça o Download do arquivo clicando aqui.

  • ESTUDO: Governo lança radiografia inédita para ampliar base exportadora brasileira

    fonte: Paraná Cooperativo Desde essa segunda-feira (260/6) o público já pode ter acesso a um estudo inédito realizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) que fez uma radiografia do comércio exterior brasileiro. O objetivo do estudo "Perfil das Firmas Exportadoras Brasileiras - Um Panorama" foi mapear os desafios a serem enfrentados no trabalho de promoção do comércio exterior das empresas do nosso país, para avançar na agenda de competitividade do Brasil. Informações para agentes públicos e privados - O estudo apresenta uma radiografia abrangente das empresas que exportam, no Brasil, detalhando onde elas estão localizadas, quais os mercados de destino preferidos, e como elas se diferenciam das demais empresas que não exportam. O trabalho também identifica como se dá a dinâmica de entrada e permanência dessas firmas no comércio internacional. Desafio - São informações que ajudarão o leitor a compreender melhor o desafio imposto às empresas que buscam a inserção internacional. O levantamento serve de subsídio para agentes públicos e privados responsáveis por desenhar políticas e estratégias empresariais destinadas a induzir a internacionalização das empresas brasileiras. Identificação - Na avaliação da secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, o diagnóstico identifica desafios a serem enfrentados para que mais empresas exportem. De acordo com Tatiana, a reforma tributária, por exemplo, poderá dar uma enorme contribuição, não apenas para que a produção nacional seja mais competitiva, mas também para que o país pare de exportar tributos, o que, infelizmente, ainda é uma realidade. Demanda crescente - Segundo o Diretor de Planejamento e Inteligência comercial da Secex, Herlon Brandão, há uma demanda crescente por conhecer o perfil do comércio internacional por características de empresas. “Ainda poucos países possuem iniciativas para a produção desses dados e o Brasil é um dos primeiros a disponibilizar essas informações”, afirmou. Além do presente estudo, a Secex lançou neste ano as estatísticas de Exportação e Importação por Porte Fiscal de Empresas. “A capacidade em produzir essas informações fez com que o Brasil integrasse o grupo de especialistas das Nações Unidas que está construindo um manual internacional com recomendações para a produção sistemática de dados de comércio por características de empresas, conta o diretor. Importância da integração regional e de mercados grandes - O levantamento identificou que somente 1% das empresas brasileiras vende para o exterior. Em números absolutos, são aproximadamente 25 mil firmas as que já conquistaram seu lugar no mercado externo. Ao mesmo tempo, elas respondem por cerca de 15% dos empregos formais do país. América Latina - "Chamou a nossa atenção o fato de que a grande maioria (61%) dessas empresas realiza negócios na América Latina, o que reforça a importância da integração regional", diz a secretária. Segundo ela, além das vantagens da proximidade geográfica e cultural, os produtos brasileiros encontram tarifas mais baixas na região, fruto de acordos comerciais. Tarifas médias - De fato, segundo o diagnóstico inédito da Secex, as tarifas médias impostas pelos parceiros comerciais do Brasil figuram como um fator relevante para empresas exportadoras definirem o destino de suas mercadorias. Tamanho do mercado - Por outro lado, o estudo identifica que o tamanho do mercado consumidor passa a ser, cada vez mais, um elemento importante na definição do país alvo das empresas exportadoras. De 2018 a 2020, aumentou em 24% o número de empresas exportando para a China. Para os EUA, o crescimento foi de 21%. Para a União Europeia, de 16%. Por outro lado, o número de firmas exportando para o Mercosul cresceu apenas 2%. Salários até 124% maiores - O estudo constatou, ainda, que empresas exportadoras, em média, pagam salários maiores, contratam mais e empregam uma proporção maior de trabalhadores com ensino superior em comparação com as empresas não-exportadoras. O prêmio salarial pago pelas empresas exportadoras em relação às não-exportadoras varia de 36% a 124%, dependendo do setor de atividade da empresa. Chance de 65% de seguir exportando depois do primeiro ano - Entre as firmas que conseguem vender para outros países, a chance de seguir exportando após o primeiro ano de vendas externas é de aproximadamente 65%. O estudo também revelou que a maior parte das empresas exporta de maneira esporádica. Períodos de exportações ininterruptos possuem duração mediana de 3 anos. Manter as empresas no mercado externo é um desafio importante. Concentração regional - O estudo da Secex mostra que as empresas atuantes no comércio exterior são concentradas em regiões específicas do Brasil. 54% das firmas brasileiras que venderam ao exterior em 2020 estavam localizadas nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. O estudo também verificou que o percentual de firmas que exportaram para países do Mercosul foi quase 2,5 vezes maior nas regiões Sul e Sudeste do que nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Foi constatado, também, que as exportadoras localizadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste possuem maior escala (tamanho) em média, com 30% mais empregados do que as firmas exportadoras estabelecidas no Sul e Sudeste. Vetor de desenvolvimento econômico - De acordo com a Secex, entender a dinâmica das firmas exportadoras é fundamental para que possamos estimular nossa participação no comércio exterior. A inserção das empresas de um país no comércio internacional é tradicionalmente vista como um importante vetor de desenvolvimento econômico. Empresas que acessam os mercados internacionais são positivamente impactadas no seu crescimento, demandam mão de obra mais qualificada e precisam aumentar continuamente a sua produtividade para se manterem competitivas. Competição - Apesar desses efeitos benéficos, competir em mercados estrangeiros não é considerada uma tarefa fácil. As empresas que quiserem trilhar esse caminho precisam enfrentar, além da competição a nível global, os mais diversos tipos de obstáculos tarifários e regulatórios impostos por governos estrangeiros para aceitar que produtos importados sejam comercializados em seu território. Dificuldades - Por isso, essas dificuldades fazem com que apenas uma parcela das empresas com potencial exportador efetivamente participe do comércio internacional, a despeito dos potenciais benefícios que elas poderiam adquirir ao fazê-lo. Justamente por isso, é preciso estudar as características das empresas exportadoras e, principalmente, entender como funciona a dinâmica da exportação e as principais dificuldades enfrentadas no processo de exportar. Oportunidades para ampliar a base exportadora do Brasil - Para fazer com que mais empresas se beneficiem do mercado externo, a Secex tem entre as suas prioridades a facilitação de comércio, o fomento à cultura exportadora e a promoção comercial, com foco nas MPMEs. Além disso, a Secex também atua para abrir mercados para os produtos brasileiros, tanto por meio da negociação de novos de acordos comerciais e do aprofundamento daqueles já existentes, quanto pela superação de barreiras que afetam as exportações brasileiras. Ademais, o governo federal trabalha para concluir até 2026 o Portal Único de Comércio Exterior, aprimorando processos, integrando sistemas e reduzindo burocracia, custos e prazos para os operadores de comércio exterior. “Ampliar a base exportadora gerará ganhos concretos para o Brasil”, destacou Tatiana Prazeres. (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)

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